O caso professor Versátil

 

Outrora, um professor de PiÂnus na UFRJ viu um mancebo calouro (paulista) nos corredores do passeio e ficou com a próstata com intensidade de pisca pisca . Joe! Tomei conhecimento que tu és amigo daquele rapaz elegante (tenor) com vocalidade de ternura. Aham..
Pergunta para ele se ele gosta de manjuba e cu fundo de coroa. Fulano! Tu gosta de coroa? Depende Joe. Se rolar química e o cinquentão tiver jibóia ou sucuri com cacife de pressão e loucura, no problem..
Ok..
Ambos foram para os retorismos de sedução.
Logo nos primeiros minutos de galanteamento, aquele docente com vibe dominatrix perguntou: Porque você nao estuda vocalismos somente aqui? Porque tens que viajar toda semana para estudar em São Paulo? Ué? porque eu gosto do professor de lá e pretendo continuar com aulas particulares LÁ.
Mas, aqui no Rio de Janeiro tem coisa melhor.
O projeto afetivo acabou ali mesmo.
Pô Joe! Aquele professor quer me comer e ser comido, mas fica se metendo na minha vida. Aff!!!! Que cara invasivo!!! Cara chato!! Eu hein!!
Joevan! Aquele rapaz teu amigo é muito imaturo ainda (...).Eu tentei ajudá-lo, mas ele é muito resistente e cabeça dura.
Pois é.
Freud nao explica o porque das duas versões antagônicas das bengas perdidas, mas quem assistiu o filme Rashomon do diretor Akira Kurosawa se deparou com 4 versões diferentes de um mesmo episódio. Cada um emite uma "verdade", que entra em conflito com as outras verdades alheias.

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