O caso irmã Mariri: Teóloga de oração

 Em 2009 inventei de sair com uma professora da FABAT (Faculdade Batista do Rio). Papo vai, papo afetuoso vem e ela soltou: Joe! Desde que me separei estou subindo pelas paredes. Para paparicar e apaziguar meus anjos e demônios vaginológicos, comprei um vibrador tamanho GG que fica escondido no armário da minha casa. Fui inventar de falar sobre as Sucuris da Afetividade e aquela docente ficou toda sorrisuda e EXCITADA na tenda do Senhor Buxixo. No dia seguinte ela me enviou um e-mail:

Irmão Joevan! você confundiu as coisas, pois apesar de eu ter muuito fogo, ainda sou uma mulher de oração.
Eu não entendi nada...
Obs:
O barrinha (servente da FABAT) encontrou um vibrador dentro das entranhas de um vaso entupido no Prédio das mulheres seminaristas. Esse Fantasma da culpa é bastante recorrente. Na hora que o Espírito Santo da castidade bate na porta da consciência o jeito é dar descarga a sangue frio; não importa se vai causar transtornos coletivos; importa é não ficar individado com o Monstro da Moral.
 
Joe

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