Michel à procura de um GRANDE AMOR: A melhor terapia existencial

Estive na cozinha e comuniquei ao Michel que uma amiga brasileira filha de imigrantes japoneses quer muito receber presentes do tipo tapetes do Azerbaijão. Michel corrigiu-me e afirmou que os tapetes dele foram importados o Afeganistão. Michel achou a foto das japonesas super simpáticas, mas declarou que é um homem muito tímido. Depois que quebra o gelo, ele fica de boa e parte para cima.

Michel me contou que quando era crianca e adolescente, tinha medo de mulheres, porque o irmão dele dizia que as mulheres eram estúpidas e não trazia namoradas. Michel ficou na defensiva ancorado nos discursos do irmão que construiu uma ideia negativa sobre o mundo feminino. Demorou muito para Michel perceber que nem todas as mulheres são estúpidas e nem todos os homens são estúpidos. Michel mudou a percepção, se abriu parcialmente, mas continuou bloqueado pela timidez.
Ele quer muito namorar a garota funcionária da Universidade, mas morre de medo de levar um tôco chega prá lá. Aí ele fica neste chove mas não molha. Se ela não agarrar ele, provavelmente, ele nunca agarrará ela, exceto se ele criar coragem e ATACAR.
Michel é assim. Na infância constroem-se as bases para as demais etapas da vida.
Michel confidenciou que precisa encontrar um GRANDE AMOR; é a terapia existencial que ele precisa urgentemente.
 
Joe

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