E aí? Vai um EDREDON?

Em junho de 2000 eu fiz a minha primeira viagem para o Paraná junto a caravana do Rio de JANEIRO rumo ao Congresso de Música e outras Artes na Primeira Igreja Batista em Curitiba. No ônibus fretado, assentou-se do meu lado uma linda morena dotada de super perfumosidade e top simpatia. Comecamos a conversar naturalmente e estava rolando maior clima afetivo na parada. Depois de Rezende city começou a esfriar a temperatura e a tal morena espirituosa e sensuosa me perguntou toda carinhosa: Vai um EDREDON? Eu respondi: NÃO, NÃO..OBRIGADO...EU NÃO TOMO REMÉDIO DE ENJÔO DURANTE VIAGENS. A mulher fechou a cara e se embrulhou no cobertor enquanto eu dormi no frio. No dia seguinte já em território paranaense eu acordei e me dei conta que a tal mulher havia trocado de poltrona e estava toda embrulhada com outro cara espirituoso. O Fred meu amigo me perguntou quando no café da manha na estrada: Amigo! Porque a aquela gostosona mudou de poltrona?

Sei lá velha. Ela me ofereceu um remédio de enjôo e eu nao quis. Ela nao quis mais papo e eu dormi.

Ah é?

E qual remédio ela te ofereceu?

Um tal de EDREDON.

Pôoooooooorra Joe!!

A mulher se ofereceu para dormir contigo agarradinho debaixo do cobertor dela e você deu este mole deste??

Tu merece uma surra para largar de ser BURRO e OTÁRIO.

Putz! Entao já era.

Agora caiu a ficha. Por isso ela foi dormir com outro.


Na vida, ganhamos ou perdemos dependendo da nossa inteligência ou inocência de tolice perceptiva de ambiente.


Detalhe: Fui criado no Pará e no Amazonas e NUNCA havia escutado esta palavra EDREDON. Soou nome de remédio. Parada de laboratório.

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