CATINGORIA e SUVAQUEIRA

Em 2014, fomos numa festa de estudantes em Leipzig (Erasmus Party) e uma colega brasileira doutoranda viu um lindo Deus Grego adornado com um fulguroso caxicol. Foi toda molhadinha em direção a ele aspirando o arrebatamento pela jibóia afetiva. Não foi possível, pois quase um metro de distância o mancebo fedia a gambá com mucúra tudo junto. O cara era um elegante estudante francês em terras germânicas. Ela teve que optar por um plano B com uma pirufonia tupiniquim naquela noite de frustação química inenarrável.



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