Bastidores na Igreja do pastor Pira Póra
No início deste século um amigo teólogo e sociólogo estava fazendo mestrado em ciências da religião na UMESP quando conheceu uma jovem super simpática e sensual que era colega de turma. Ele era solteiro e ela era casada com um obreiro auxiliar na poderosa Igreja do Pastor Pira Pora em Curitiba. Possuída por desejos vaginológicos, aquela mestranda cedeu aos prazeres da carne aos poucos foi se rendendo a sociologia dos afetos. Quando ela havia se divorciado de corpo e alma, o maridão aflito ficou em apuros. O pastor Pira Póra convocou aquele pastor auxiliar e falou: tente salvar o teu casamento. Você será o PRIMEIRO CASO de divórcio na história desta igreja. Você vai queimar o filme da Igreja e se tornará o VILÃO da incompetência? Aquele obreiro com trocentas toneladas de chifres na consciência se sentiu humilhado e sob pressão. Não sei o que fizeram com ele depois profissionalmente. Sabemos que a esposa largou ele e foi viver um grande amor com o sociólogo bem humorado e pirocudo. Ambos concluíram o mestrado FUDENDO MUITO.
Meses depois da reunião com o Pastor Pira Póra, um amigo pianista compositor do bacharelado em música meteu gostoso na esposa de outro pastor também auxiliar do Pira Póra. O afro chifrudo retribuiu trepando com uma bailarina na mesma igreja. Depois o casal fez as pazes e voltaram no 1 x 1. Houve apenas um divórcio naquela igreja, mas quantos milhares de putarias por detrás da cortina de santidade? Deus e o Diabo sabem fazer contas. Tá?
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