A fé e a ciência à partir de dois casos distintos
Convivi virtualmente com um professor
universitário que era ateísta e posteriormente se converteu a fé
em Jesus Cristo num culto na Igreja Batista. Nas redes sociais, ele
sempre foi muito equilibrado nas postagens estimulando a reflexao
separando a fé pessoal dos questionamentos científicos. Em nenhum
momento ele fazia discursos hipócritas de "Deus por cima"
e avanços da ciência por baixo. Ele usa internet, celulares,
computadores, viaja de avioes, usa vacinas, etc como milhoes de
outros crentes (muitos INGRATOS) que se beneficiam das conquistas
científicas fruto de muita ginástica cerebral de pesquisadores.
Fui
aluno de um professor de filosofia que foi criado num berço
católico, acreditava muito em Deus e foi perdendo a fé. Ele deixou
de acreditar no Deus doutrina e continuou lecionando com super
competência e moderacao. Nao era um ateísta chato e fanático que
desqualificava alunos fiéis as doutrinas. Me lembro que havia uma
colega caloura que era obreira numa igreja pentencostal. Ela adorava
as aulas daquele professor.
Narrei dois casos distintos, narrando
conversoes distintas em direcoes antagônicas mostrando que é
possível ser muito intelectual e acreditar ou nao acreditar em algum
Deus (cada religiao tem um Deus) sem ser chato, intragável e
implacável contra as crencas ou descrencas dos outros.
A
ignorância pode ser opressora. O conhecimento também pode ser
opressor. Depende de cada pessoa e de como cada pessoa reage a
ignorância e ao acesso ao conhecimento.
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